segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Finalmente...

   Depois de meses sendo aquecida pelo seu olhar e protegida pelos seus abraços, eu finalmente pude sentir a tão sonhada sensação. Não falo só dos lábios que se tocaram magicamente, falo também da sensação de vazio indo embora de mim, sendo tomada por uma coisa mágica, quase inexplicável. As pernas bambas, o coração a mil, a vontade de sempre estar perto. O que eu nunca tinha sentido antes, tomou conta de mim pela 1ª vez graças a você. E foi incrível...
   O jeito que você me trata, a forma que você se preocupa comigo, o tanto que meus amigos ciumentos gostam de você... eu não consigo escolher a melhor parte em você. A música linda feita especialmente pra mim e as tantas outras que você sempre me dedica, os gols, os sorrisos, os abraços... A verdade é que eu nem consigo listar todas as coisas boas que você me faz. Quando a gente brincou de fazer 10 motivos pra um ser único pro outro, eu listei 11, mas podia listar milhares.
   Cada coisa que você faz, eu sinto que é pra me fazer sentir melhor. Quando eu tô triste e você me pede sorrisos, eu nego, mas lá no fundo eu sorrio sem parar pra você. As vezes eu acho até que fico com cara de boba quando a gente conversa. Mas logo sem seguida eu vejo que você tá com cara de bobo e relaxo, fico feliz de não saber que sou a única.
   As vezes eu sinto medo no seu olhar, mas também percebo que as poucos ele tá sumindo. O jeito que você fica sem graça no dia seguinte ou até mesmo como você quer ter certeza de que eu quero antes de se aproximar. É tudo tão fofo, espontâneo e talvez esteja me arriscando muito ao dizer isso, mas posso pensar que também é apaixonado.
   A gente tenta esconder, mas não dá. Tá tão na cara, tão explícito. Até aqueles que são próximos da gente e não sabem, já tem certeza de que alguma coisa aconteceu. Nós não conseguimos nos afastar em hora nenhuma. Na aula, intervalo, a noite no MSN ou telefone... sem contar os finais de semana que você sempre topa ir pra onde eu chamo. Pode ser ruim ou ótimo, acho que pra você tanto faz. No fim das contas, dá pra pensar que você só quer a minha companhia.
   E o jeito de pegar sempre na minha mão? Sem motivos, em qualquer lugar. Acho que é a melhor sensação de todas! Você até aprendeu a segurar melhor depois que eu reclamei...
   Enfim, dava pra eu passar um dia todo falando das coisas boas que você me faz sentir. Eu só escrevi isso porque um dia sem te ver, já é demais pra mim. É como se faltasse alguma coisa muito boa no meu dia. Agora vou ficar aqui esperando até você entrar na internet ou então me ligar... E quando você falou que eu tinha saudades da sua voz, era verdade...

xoxo

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

You know you love me...

Chuck: You were right. I was a coward running away again, but everywhere I went, you caught up with me. So I had to come back.
Blair: I want to believe you, but I can’t. You hurt me too many times.
Chuck: You can believe me this time.
Blair: Oh. That’s it?
Chuck: I love you too.
Blair: But can you say it twice? No i’m serious, say it twice!
Chuck: I love you, I love you, that’s three, four, I love you.


xoxo

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Acordei com isso na cabeça (parte 3)

[...]
   No dia seguinte, decidiu que voltaria ao parque. O que ela sentiu no dia anterior a deixou apavorada, mas ela queria enfrentar esse sentimento.
   Começou a caminhada do mesmo local e seguiu na mesma direção do dia anterior. Seu corpo tremia, mas não era de frio. Era ansiedade, mas aquela ansiedade boa de sentir. Um frio na barriga que dava vontade de sorrir... Quando perebeu que seu rosto estava tomado por um sorriso bobo, parou, respirou fundo e continuou, mas agora com uma expressão séria, de poucos amigos.
  Decidiu que hoje se sentaria em outro banco, para fazer suas análises. Mas dessa vez estava previnida, tinha com ela um bloco de notas e uma lapiseira. Tudo ali podia virar inspiração para algo novo...
   O tempo passou e ela nem notou. Quando viu, já tinha escrito páginas e páginas sobre as coisas a sua volta. Tomou um sorvete e mudou de lugar, voltou ao banco do dia anterior.
   Ali ela não conseguia pensar, sentia-se observada. Sua alma estava aquecida e o frio na barriga de outrora voltara. Olhou para os lados e não viu nada. Resolveu então que não escreveria, que só queria ver o tempo passar...
   Depois de alguns minutos, a sensação voltou. Mas dessa vez, ao olhar em volta, o viu ali, parado e sorrindo. Era como se o tempo tivesse parado e todo mundo sumido do parque. O sorriso dele era brilhante e impressionante. As luzes douradas do Sol o deixavam mais bonito ainda.
   O coração dela passou a bater totalmente acelerado e descompassado. A cada passo que ele dava em sua direção, mais ar lhe faltava...
[...]

fim. xoxo

Acordei com isso na cabeça (parte 2)

[...]
   Duas horas se passaram e ela ainda estava ali. A sede veio, o cansaço também, mas ela não quis ceder. Continuou a caminhar e estava disposta a só sair dali quando finalmente pensasse em como seria feliz de novo. Aquele trágio acidente tinha tirado muitas coisas dela, mas ela pretendia encontrar outras para substituí-las.
   Quando tudo deu errado e ela fugiu para tentar esquecer, foi quando ela mais sentiu. A saudade veio forte, o medo... e a solidão consumindo-a a cada segundo do dia. Se afundou no trabalho disposta a deixar a vida antiga para trás, mas era aí que ela sentia-se mais perseguida pelo sofrimento.
   Afastou de novo todos aqueles pensamentos horríveis. O dia estava magnífico! Era isso que ela queria pensar. Passou a observar as pessoas a sua volta e começou a criar teorias sobre quem elas eram. Tomou gosto pela brincadeira e resolveu sentar-se por um tempo.
   Um casal de idosos juntos há 52 anos, uma babá que tomava conta de uma criança que era meio deixada de lado pelos pais, um jovem que acabara de se mudar para a cidade... Opa, aquilo lhe chamou a atenção! Ela já tinha criado milhares de teorias naquela manhã, mas aquela foi a que mais a impressionou.
   Era como se ele fosse uma parte dela... Aqueles olhos de um azul profundo cheio de sentimentos perdidos, aquele cabelo perfeitamente bagunçado pelo vento, as bochechas rosadas por causa do Sol. Ela ficou ali parada, sem conseguir reagir. Milhares de pesamentos diferentes em sua cabeça começaram a confundí-la.
   Saiu correndo do parque e voltou para casa. [...]

Acordei com isso na cabeça (parte 1)

   Era manhã de sábado. O sol batia quente em seu rosto, parecia um chamado para a vida lá fora. Ela não tinha vontade de levantar, mas alguma força estranha queria arrastá-la dali. Há tempos que o Sol não brilhava, que o céu não ficava tão azul... era um convite para que ela voltasse à vida.
   Depois de comer e tomar um banho gelado, colocou os pés para fora de casa e decidiu que finalmente conheceria o Central Park. Morava em New York há meses, mas nunca tinha dado um passeio. Todos os dias passava por lá a caminho do trabalho, mas sempre esteve ocupada demais para entrar.
   Logo que abriu a porta, sentiu suas bochechas serem levemente beijadas pelo vento. Logo em seguida, um arrepio frio subiu por sua espinha e ela quase desistiu. Mas pensou melhor e resolveu que aquilo era um aviso de que ela finalmente tinha voltado a sentir, que a tristeza passou. Um luto de tanto tempo, uma dor sem fim tinha que ir embora e ela estava determinada que aquele seria o momento.
   Quando finalmente chegou ao parque, fico bestificada. Era absolutamente INCRÍVEL. Aquele pedaço verde no meio de tanto concreto lhe soava como poesia. Lágrimas ensairam para brotar de seus olhos, mas elas finalmente conseguiu as controlar, depois de tanto tempo. Com a mente limpa, ela começou a andar. Andava sem destino, pretendendo parar apenas quando suas pernas pedissem arrego. [...]

sexta-feira, 30 de julho de 2010

I really can't wait...

  Eu odeio esperar. Se tem uma coisa que me deixa nervosa, é ter que esperar. Uma mensagem de texto, um telefonema, uma resposta no msn, uma pessoa num encontro... seja lá o que for que eu tô esperando, vai me corroendo por dentro, juro. Me dói, me deixa nervosa, me dá vontade de matar alguém, juro.
  Mas tem um grande problema nisso tudo: eu sempre faço alguém esperar por mim. Mania maldita, é claro. O que me irrita pode irritar os outros também, e eu nem aí :( Uma coisa que você pode ter certeza sobre mim é que eu SEMPRE estarei atrasada, my dear. Eu marco mais cedo pra todo mundo chegar logo e me esperarem, porque eu não quero esperar ninguém. Genial, né?!
  Eu não faço de maldade, sério. Minha intenção não é estressar os outros, mas eu simplesmente não consigo. Alguma coisa dentro de mim sempre me obriga a fazer isso. Acho que eu sinto prazer em saber que tem alguém ali, esperando por mim, ansiosamente ou nem. Mas eu só faço isso pessoalmente, claro.
  No msn e os SMS que recebo, tento responder o mais rápido que posso e SEMPRE atendo as ligações. Taí outra coisa que me irrita litros: não atender o celular. Poxa, pra que comprar um e dar seu número pra geral se você não vai atender essa porcaria quando eu tô precisando? Juro que fico transtornada com isso...
 
Mas pra mim, o pior de todos, é esperar você, sem nem saber quando será esse dia. Isso sim me dói, me machuca e me destrói. As horas passam, e com elas os dias e as semanas também. E eu aqui, torcendo pra esse dia finalmente chegar. Mas aí talvez seja tarde demais. And I can't wait forever, baby.
xoxo
(final misterioso, não?)

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Vazia, ia, ia...

  Ok, tá certo, meus títulos são péssimos e nada a ver, mas foda-se.
  O que eu vou falar nesse post, pouca gente acredita, todo mundo acha que eu tô fazendo tipo quando falo desse assunto. É o seguinte: eu NUNCA amei, nunca mesmo. Mas também não posso culpar o mundo, porque se tem alguém culpado, soy yo :) Uma pessoa de alguns poucos anos que é incapaz de amar, hahaha. Juro que já tentei, mas nunca consegui. Contarei das duas experiências mais próximas...
  A primeira foi a alguns anos atrás. Coloque um garoto fofo, problemas em casa, problemas com alguns amigos, carência e vontade de mudar. Junta tudo, bate no liquidificador... pronto! Quase vira amor, quase. Foi legal enquanto durou, mas a babaca aqui como sempre estragou tudo. A primeira vez que eu chorei por essas coisas foi nesse ano e cara, como eu chorava! Até febre eu tive um dia, juro. Aquilo me doeu, mas não era amor. Passou rápido demais, mas me marcou. Sabe aquela experiência que você vai contar pros seus filhos quando for bem mais velha? Pois é, a minha escolhida foi essa. Um beijo inesquecível e muitas músicas que me lembram o dito cujo até hoje colaboram pra isso. A gente ainda se dá bem e sempre que o vejo, eu sinto borboletas no estômago. Aliás, tá na minha lista de sensações favoritas; aquele frio na barriga, aquele nervosismo bom... Mas mesmo assim, tava longe de ser amor :(
  A segunda experiência... bleeeeeergh! Amizade que tenta virar amor NUNCA dá certo, queridos, sigam minha dica! Só serviu pra me traumatizar, hahaha. Foi mais longa que a primeira, mas não foi marcante. O que eu levo disso são só os momentos ruins, sério. O que era bom foi embora em menos de 6 meses. Não preciso nem dizer que amor de amigo passa bem longe de amor de amantes né?! Péssimo, não recomendo.

  Aí você que leu até aqui tá pensando "E daí? Do que essa louca tá falando?". E eu te respondo "BOA PERGUNTA!", HAHAHA, mentira. É que esse assunto tem sido muito recorrente nos últimos dias. Muita gente falando que eu sou fechada, que eu preciso mudar, me entregar. Mas sinceramente, não vejo vantagem nenhuma em entregar meu coração pra uma pessoa sem nem saber se é recíproco, sabe?! Eu não sou masoquista, amados...
  Mas uma coisa eu tenho que falar: eu tenho me sentido vazia. Mas assim, como se não tivesse nada dentro de mim, como se fosse totalmente oca. Não tenho um coração batendo. A única coisa ainda viva aqui dentro eu acho que é o estômago. E sabe o que eu penso disso? É triste. Eu tenho uma vida inteira pela frente e já tô assim, desacreditada no amor.
  Só que a mocinha aqui tem dedo podre. Cara de cafajeste, que não vale um centavo, me atrai demais! Se você é bobinho e se apaixona por mim em 2 dias, esquece, não quero mais saber de você. E assim eu faço alguém sofrer e sofro por isso também. Sou babaca, pode dizer.
  E no fim das contas, eu terei 30 anos, ainda solteira, beijando alguns por aí, com uma experiência de vida enorme e ZERO de amor. Doce história não? =)
  E blá blá blá, tenho pena de você que leu até agora. Então me calarei agora. Adoro deixar meus textos inacabados, amo o benefício da dúvida, sacou?! hahahaha
xoxo